O fazendeiro branco Mark Scott-Crossley foi condenado pela morte de seu ex-empregado
Foto: AP
Segundo a Reuters, após ser espancado, o homem de 41 anos foi deixado na jaula dos leões em 2004. Restos do corpo do empregado foram encontrados na jaula no ano passado.
O caso que chocou a África do Sul traz à tona o problema racial dez anos após o fim da lei do apartheid no país. A morte de Nelson Chisale reforça as acusações de que fazendeiros brancos continuam abusando e explorando trabalhadores negros.
O incidente foi causado por uma discusão entre o ex-empregado e o fazendeiro. Segundo as testemunhas contaram ao júri, Nelson Chisale foi espancado quando ele retornou à fazenda para buscar seus pertences deixados lá quando ele era empregado de Mark Scott-Crossley. O fazendeiro teria chutado o homem e apontado uma arma para ele, ordenando que ele rezasse.
Horas depois, com a ajuda do empregado negro Simon Mathebula, ele jogou Chisale em jaula em refúgio de leões. A autópsia definiu como causa da morte "ferimentos por leões".
- Redação Terra


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