Seis meses depois do tsunami, mais de um terço dos cerca de 400 mil prejudicados na província de Aceh não receberam ainda o dinheiro prometido pelo governo, segundo testemunhos de vários refugiados. Além disso, Hikam denunciou que as autoridades locais aumentaram o número de danificados para poder exigir mais fundos e afirmou que esta foi uma prática habitual na Indonésia em outros desastres.
O presidente indonésio, Susilo Bambang Yudhoyono, situou a luta anticorrupção como uma das prioridades de sua legislatura e prometeu castigos severos ao que malversarem os fundos destinados à reconstrução de Aceh, no norte da ilha de Sumatra.
No entanto, a corrupção é grande em toda a burocracia indonésia e o país está entre os dez países mais corruptos do mundo, segundo a organização Transparency International.

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