O relator especial das Nações Unidas para Mianmar, Tomás Ojea Quintana, pediu nesta segunda-feira ao governo do país asiático que liberte "incondicionalmente e o mais rápido possível" todos os presos políticos que continuem detidos. Em comunicado, Ojea avaliou a decisão do presidente do país, Thein Sein, de garantir outra anistia e soltar "um número significativo" de presos políticos na sexta-feira, embora tenha acrescentado que ainda há detidos, reivindicando sua libertação.
Ojea avaliou que a proposta de Thein Sein é "um passo importante e necessário para promover a reconciliação nacional e aprofundar na transição à democracia". O relator defendeu a necessidade de que todos os cidadãos, "incluindo os recém-libertados", tenham a possibilidade de desempenhar um papel "ativo e construtivo" na vida política e pública de Mianmar.

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