Queimar o Alcorão seria uma "incitação ao terrorismo", estimou nesta sexta-feira Saleh Bin Humaid, imã da Grande Mesquita de Meca, referindo-se à ameaça de um pastor americano de atear fogo a exemplares do livro sagrado dos muçulmanos para lembrar os atentados de 11/9.
"Defender a queima de exemplares de nosso livro santo é uma forma de terrorismo e uma incitação ao terrorismo", afirmou Bin Humaid, ao lado do rei saudita Abdallah bin Abdel Aziz e do primeiro-ministro libanês Saad Hariri, durante uma prédica por ocasião do Aid Al Fitr, que marca o fim do mês de jejum do Ramadã.
O pastor americano Terry Jones, líder da pequena comunidade evangélica Dove World Outreach Center, na cidade de Gainesville, Flórida, suspendeu temporariamente seu plano de queimar exemplares do Alcorão.

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