"Não tem água potável, copos, sucos, arroz e uma infinidade de mantimentos. Precisamos que nos ajudem", assinalou à Agência Efe Pamela Leiva, funcionária da Prefeitura de Copiapó.
Pamela, que expôs sua queixa aos canais abertos de televisão e à emissora "CNN Chile", afirmou que a grande quantidade de alimentos disponível desde 8 de agosto, quando inauguraram a cantina, "foi terminando e infelizmente não chegou mais ajuda".
"Quero fazer um apelo aos sindicatos que nos ajudaram muito, aos particulares e às empresas que providenciaram as mercadorias. Do contrário, não poderemos continuar cozinhando", acrescentou.
São servidos no local café da manhã, almoço e lanche. À noite, o pessoal da cozinha oferece café e chá quente para que todos suportem as baixas temperaturas.
Parentes dos mineradores soterrados - que chegam a 200 pessoas -, jornalistas nacionais e estrangeiros, policiais e funcionários municipais - que somam os outros 100 - estão acampados do lado de fora da mina e todos eles se alimentam dos mantimentos em questão.

- EFE - Agência EFE - Todos os direitos reservados. É proibido todo tipo de reprodução sem autorização escrita da Agência EFE S/A.


Assista agora »
Assista agora »