Os parentes dos chilenos presos na mina de San José lembrarão um mês do acidente que encurralou os trabalhadores a 700 metros de profundidade tocando buzinas às 14h30 de domingo, disse a irmã de um deles à AFP.
"Todos nós vamos buzinar e apitar às 14h30 de domingo", explicou Elizabeth Segovia, irmã de Darío Segovia, um dos 33 mineiros que ficaram presos após o desabamento na mina San José no dia 5 de agosto, no deserto do Atacama, 800 km ao norte de Santiago. "Também temos músicas para os mineiros quando completar um mês amanhã (domingo)", acrescentou.
Segovia explicou que a data significa "dor" para as famílias. "Sentimos dor porque o tempo vai passando, mas quero que corra tudo bem para que possam ser retirados a salvo", disse emocionada.
O ministro da Saúde chileno, Jaime Mañalich, disse na sexta-feira à AFP que, oficialmente, não há atividade prevista para quando os mineiros completarem um mês presos.

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