Como detalhou o sindicalista jordaniano à Agência Efe Wael Saqa, o grupo colheu depoimentos de 30 ativistas que estavam no ataque em que morreram nove cidadãos turcos.
Saqa, antigo presidente do Sindicato de Engenheiros, participou do comboio coordenando 33 jordanianos que fizeram a travessia que tinha por objetivo romper o bloqueio israelense imposto à Faixa de Gaza desde 2006.
Os 30 ativistas estavam a bordo do navio Mavi Marmara, onde os voluntários foram mortos por soldados israelenses.
Jordânia era a última parada da missão da ONU, que já esteve em Londres, Genebra e Turquia. Durante a investigação foram ouvidas cem pessoas, acrescentou Saqa.
Está previsto que a equipe, que não conta com apoio de Israel, apresente seu relatório durante a reunião do Conselho de Direitos Humanos da ONU entre os dias 13 de setembro e 11 de outubro.

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