A renúncia de Yu Myung-hwan, 64, ocorre uma semana depois que o primeiro-ministro designado pelo presidente Lee Myung-bak e dois outros ministros nomeados foram forçados a deixar seus cargos em meio a alegações de corrupção.
A filha de Yu, Yu Hyun-sun, trabalhou no Ministério das Relações Exteriores entre 2006 e 2009, disse uma fonte do governo. Ela deveria assinar um contrato com o ministério no final de agosto para trabalhar com assuntos comerciais, mas críticas do público a forçaram a desistir da função.
"O ministro renunciou para aceitar a responsabilidade por toda a comoção causada pela contratação de sua filha pelo ministério", afirmou uma fonte presidencial que pediu para não ser identificado.
Não estava imediatamente claro quem o substituirá. A renúncia de Yu não deve afetar as prioridades da política externa da Coreia do Sul que são focadas em consolidar laços estreitos com Washington e isolar a Coreia do Sul após o ataque à embarcação naval sul-coreana em março que resultou na morte de 46 marinheiros.

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