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 Europeus estudam "todos os meios" para salvar iraniana
16 de agosto de 2010 10h22 atualizado às 14h31

Mulher protesta contra a execução da iraniana Sakineh Mohammadi Ashtiani, em Berlim. Foto: AP

Mulher protesta contra a execução da iraniana Sakineh Mohammadi Ashtiani, em Berlim
Foto: AP

Vários países europeus estão analisando "todos os meios" para salvar a vida de Sakineh Mohammadi Ashtiani, a mulher iraniana acusada de adultério e condenada à morte por apedrejamento, informou nesta segunda-feira a porta-voz do Ministério de Exteriores francês Christine Fages.

"A França, junto a seus parceiros europeus, examina atualmente todos os meios para evitar que a condenação de Sakineh Mohammadi Ashtiani seja executada", disse a porta-voz.

Desde que foi divulgada a informação sobre a condenação de Sakineh, tanto a França quanto outros países europeus pediram ao Irã que desista da execução e que respeite seus compromissos internacionais, como o Pacto Internacional dos Direitos Civis e Políticos, lembrou a diplomacia francesa.

"Estamos extremamente preocupados com as declarações do ex-advogado de Sakineh, Mohammad Mostafaei, segundo as quais ela teria sido vítima de torturas" para confessar.

A França "lembra sua oposição à pena de morte em todos os lugares e em todas as circunstâncias e pede que as autoridades iranianas estabeleçam uma moratória geral sobre as execuções, com o objetivo de abolir a pena capital", declarou a porta-voz.

EFE
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