A declaração respalda a iniciativa apresentada pela Síria em 2003 perante a ONU para criar uma zona livre de armas atômicas no Oriente Médio, similar às existentes na Ásia Central, América Latina e África.
Minsk e Damasco defendem a universalização do Tratado de Não-Proliferação de Armas Nucleares (TNP) e a inclusão de Israel entre os signatários. Para os dois países, Israel também deveria se submeter às inspeções da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA).
O documento, emitido ao término da visita de Assad, defende o direito de todos os países, inclusive o Irã, a desenvolver um programa nuclear com fins pacíficos e apoia a solução diplomática da disputa em relação ao nuclear iraniano.

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