Sarkozy convocou para a reunião de emergência o primeiro-ministro francês, François Fillon; o titular de Assuntos Exteriores, Bernard Kouchner; o de Interior, Brice Hortefeux; e o diretor Hervé Morin, do gabinete do ministro de Defesa.
Por enquanto, nada foi divulgado sobre o conteúdo da reunião, que ocorre um dia depois de a organização terrorista anunciar, em vídeo divulgado pela emissora "Al Jazira", que executou o engenheiro francês, de 78 anos, sequestrado em abril passado no Níger.
Imediatamente após o anúncio, o Governo francês disse que não tinha confirmação nem provas de que Michel Germaneau estava morto.
Paris informou que estava tentando checar a informação.
Caso seja confirmada, seria a segunda vez que a AQMI executa um de seus reféns, após fazer o mesmo em junho do ano passado com o britânico Edwin Dyer, quando Londres rejeitou negociar com os terroristas.
O Ministério de Defesa francês admitiu ter participado na semana passada de duas operações militares do Exército mauritano contra a AQMI que, segundo alguns veículos de imprensa, tinham como objetivo libertar o refém.
A AQMI, braço da Al Qaeda no norte da África, ainda mantém em cativeiro os voluntários espanhóis Albert Vilalta e Roque Pascual, que foram sequestrados em 29 de novembro de 2009.

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