O chanceler da Colômbia, Jaime Bermúdez, não comentou a ruptura da Venezuela com seu país e disse apenas que é preciso "ser firme e prudente" no combate ao terrorismo.
Em Lima para compromissos da Comunidade Andina, Bermúdez disse a jornalistas que não iria comentar a ruptura das relações entre Colômbia e Venezuela porque "tudo é controlado de Bogotá".
"A posição da Colômbia foi ouvida na OEA (Organização dos Estados Americanos)", enquanto "neste palco estamos trabalhando pela integração da Comunidade Andina", disse o ministro colombiano.
O embaixador colombiano na OEA, Luis Alfonso Hoyos, disse hoje que a presença de guerrilheiros na Venezuela é "consolidada", "ativa" e "crescente", o que levou o presidente venezuelano, Hugo Chávez, a romper as relações com o país vizinho.
O chanceler da Bolívia, David Choquehuanca, declarou aos repórteres que os ministros da Comunidade Andina souberam da decisão de Chávez em um almoço antes de compromissos da organização.Choquehuanca disse que não tinha conversado sobre este assunto com seu governo, nem dentro da Comunidade Andina, mas manifestou sua preocupação.
O ministro das Relações Exteriores do Peru, José Antonio García Belaúnde, pediu que "os dois países irmãos possam recuperar o nível de diálogo".

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