O Tribunal Penal Internacional pediu a prisão de Bashir em 2009 por acusações de crimes de guerra e contra a humanidade na região de Darfur.
Na semana passada, o Tribunal, que Bashir se nega a reconhecer, acrescentou três acusações de genocídio à lista de crimes que pesam contra o presidente sudanês.
"Ele irá ao Chade amanhã (quarta-feira)", disse uma fonte presidencial à Reuters nesta terça-feira. "Ele participará de uma cúpula dos Estados do Sahel-Saara", afirmou a fonte.
Outra fonte na Presidência revelou que a visita irá durar três dias.
O Chade se tornou membro pleno da Corte em 2007, quando as relações com o vizinho Sudão estavam em baixa. Os países membros prometem cooperar com as investigações do Tribunal, que pode pedir a seus integrantes que prendam suspeitos em seu território.
(Reportagem adicional de Reed Stevenson, em Amsterdã; e Moumine Ngarmbassa, em N''Djamena)

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