A secretária de Estado americana, Hillary Clinton, viajará de 6 a 10 de junho à região andina, com visitas ao Peru, Equador, Colômbia e ao Caribe, onde participa de uma reunião em Barbados.
O Departamento de Estado confirmou nesta sexta-feira a visita da chefe da diplomacia americana à Colômbia e ao Equador, depois de os Governos desses dois países já o terem anunciado, e informou também sobre a viagem de Hillary a Barbados e Peru.
A viagem da secretária de Estado ao Peru estava há muito tempo em sua agenda, pois estava indicado que ela participaria da 40ª Assembleia Geral da Organização dos Estados Americanos (OEA), que será realizada de 6 a 8 de junho em Lima.
Em sua quinta viagem à América Latina desde que assumiu seu cargo em janeiro de 2008, Hillary aproveitará sua participação na reunião anual de chanceleres da OEA para visitar outros países da região, como costuma fazer em suas excursões ao exterior.
Após participar da Assembleia Geral, a titular do Departamento de Estado irá ao Equador no dia 8 de junho e depois à Colômbia, indicou seu porta-voz, Philip Crowley.
Em ambas as nações andinas, ela se reunirá com os líderes e com outras autoridades governamentais.
Em Barbados, onde estará no dia 9, Hillary se reunirá com líderes de nações da Comunidade do Caribe (Caricom) para abordar "temas de interesse comum", informou o Departamento de Estado.
A viagem à Colômbia chegará, além disso, em um momento especial para o país andino, pois a visita será poucos dias depois das eleições presidenciais que se realizam no dia 30 de maio e antes de o atual presidente, Álvaro Uribe, deixar o cargo, no dia 7 de agosto.
A embaixadora da Colômbia na Casa Branca, Carolina Barco, indicou hoje em uma entrevista à imprensa que Hillary se reunirá com Uribe, assim como com o chanceler, Jaime Bermúdez, e que vai a Bogotá "para expressar sua consideração pelo respeito mútuo e pela relação tão próxima que há entre os dois países".
Entre os temas que ela tratará com as autoridades colombianas estão o futuro do Tratado de Livre Comércio (TLC), pendente de ratificação pelo Congresso dos EUA e ao qual o Governo do presidente Barack Obama expressou seu pleno apoio, mas também outros assuntos como a mudança climática, as energias limpas, o Plano Colômbia e a cooperação na região, explicou Carolina.

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