O Chile apresentou nesta sexta-feira o primeiro pacote de medidas destinadas à reconstrução do país depois do terremoto seguido de tsunami de 27 de fevereiro, a um custo de US$ 110 milhões, dando prioridade à reconstrução de escolas e moradias, além da retomada do emprego.
Segundo explicou a porta-voz do governo, Ena Von Baer, foi fixado um custo total de US$ 110 milhões para resolver as prioridades imediatas, que são a proteção das famílias que ficaram sem suas casas, a volta às aulas e a reativação do mercado de trabalho nas zonas costeiras mais afetadas pelo terremoto.
O Ministério de Planejamento e Cooperação (Mideplan) financiará - graças a um convênio com a ONG Um Teto para o Chile - 20 mil casas provisórias nas cidades, que se somarão às 20 mil já entregues durante a campanha "Chile ajuda o Chile".
Os US$ 110 milhões incluem também medidas para a reativação da pesca, bolsas de estudo para evitar a deserção universitária e a reconstrução das escolas municipais.

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