Os testes foram executados em um laboratório militar de pesquisas entre 2005 e 2009. As autoridades britânicas alegam que os experimentos contribuíram para melhorar o tratamento dos ferimentos provocados sobretudo pelas bombas de fabricação caseira.
"Os estudos permitiram um avanço importante em técnicas pós-traumáticas, como a perda de sangue provocada por um ferimento importante, e salvaram muitas vidas nos cenários de operações no Iraque e Afeganistão", declarou Davies.
As bombas de fabricação caseira são a principal ameaça diária para as tropas britânicas e internacionais no Afeganistão.
Um total de 256 militares britânicos morreram no Afeganistão desde a intervenção dos aliados em 2001, mais que na guerra das Malvinas contra a Argentina em 1982.

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