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 Chuvas geram dificuldades e atrasos em eleições no Uruguai
29 de novembro de 2009 10h37 atualizado às 12h16

As inundações que atingem vários departamentos uruguaios geraram neste domingo dificuldades e atrasos na abertura de colégios eleitorais das eleições que acontecem no país, informaram fontes oficiais. Nos departamentos de Salto, Paysandu, Treinta y Tres e Soriano, "houve alguns problemas e atrasos" para a abertura de colégios eleitorais rurais, porque as águas impediam a passagem para a área, afirmou o ministro da Corte Eleitoral, Edgardo Martínez Zimarioff.

Em alguns casos, foi preciso recorrer a helicópteros para a transferência das urnas, e dos funcionários públicos e da Corte encarregados de seu funcionamento, acrescentou o ministro. O Ministério da Defesa Nacional e a Força Aérea Uruguaia colocaram a serviço da Corte sete helicópteros, incluindo o aparelho usado pelo presidente do Uruguai, Tabaré Vázquez, para seus deslocamentos internos.

Em Montevidéu, onde reside aproximadamente a metade dos 2.563.285 convocados a votar em eleições com voto obrigatório, há ameaça de chuva. A Direção Nacional de Meteorologia emitiu um alerta laranja para o final do dia e previu fortes chuvas, ventos que podem chegar a 100 km/h e granizo para a maior parte do território uruguaio.

Os uruguaios elegem hoje seu próximo presidente entre o senador José Mujica, ex-líder guerrilheiro tupamaro, da coalizão de esquerda Frente Ampla e favorito à vitória, e o ex-presidente Luis Alberto Lacalle, do conservador Partido Nacional.

EFE
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  1. Após votar, Vázquez afirmou que os uruguaios têm "muito para festejar" com as eleições

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  2. Mujica acena em sua chegada para votar

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  3. O guerrilheiro José Mujica, votou, segundo ele, "pensando em alguns que não estão mais (aqui)"

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  4. O presidente uruguaio Tabaré Vázquez afirmou que é contra o reconhecimento das eleições hondurenhas

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  5. Uruguaios fazem fila para votar em Montevidéu

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