Um homem que foi preso na Suécia sob suspeita de ter matado a própria mulher foi inocentado depois que a polícia decidiu que ela provavelmente foi morta por um alce. Ingemar Westlund, 68 anos, encontrou o corpo de sua mulher Agneta, 63 anos, em uma lago próximo à vila de Lofthammer, em setembro do ano passado.
O homem foi preso no mesmo dia e mantido sob custódia por dez dias. Por várias semanas, ele foi considerado o principal suspeito do crime. Porém, o caso contra Westlund foi abandonado depois que análises forenses detectaram pelos e saliva de um alce nas roupas da mulher.
"Minha família e eu fomos arrastados para este pesadelo", disse ele ao jornal sueco Expressen.
A última vez que Agneta havia sido vista foi levando o cachorro da família para passear na floresta. Westlund disse que ela sumiu e que foi procurá-la.
As acusações contra o sueco foram abandonadas há cinco meses, mas o caso só foi revelado publicamente nesta semana. A polícia de Lofthammer pretende dar uma entrevista coletiva à imprensa nos próximos dias para esclarecer o caso.
Os alces mais comuns na Suécia, em geral, têm medo de pessoas e fogem ao avistarem humanos. Mas, segundo relatos da imprensa sueca, os animais podem se tornar agressivos, especialmente os que se alimentam de maçãs caídas em jardins, que ficam fermentadas com o tempo.

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