O ministro afirmou que a libertação do religioso, de 79 anos, foi a bem-sucedida conclusão de um enorme esforço diplomático dos Governos filipino e irlandês. Segundo o chanceler, não houve pagamento de resgate.
A Frente Moura de Libertação Islâmica (FMLI), principal organização muçulmana armada em Mindanao, era suspeita do sequestro, mas negou sua participação e apoiou o processo para libertar o missionário.
Um grupo de seis homens armados capturou ao missionário irlandês em 11 de outubro na região de Pagadian, cerca de 830 quilômetros a sudeste de Manila.
Foi o terceiro sequestro de um sacerdote irlandês nas Filipinas na área de Lanao e Mindanao Ocidental nos últimos 12 anos.

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