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 Começam atos pelos 20 anos da queda do Muro de Berlim
09 de novembro de 2009 08h36 atualizado às 09h25

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Merkel (centro) participa de missa na igreja Gethsemane, em Berlim Foto: Reuters

Merkel (centro) participa de missa na igreja Gethsemane, em Berlim
09 de novembro de 2009
Foto: Reuters

Com uma missa ecumênica na igreja de Gethsemane, à qual assistiram o presidente alemão, Horst Köhler, e a chanceler Angela Merkel, entre outros, começaram na manhã desta segunda-feira os atos comemorativos pelos 20 anos da queda do Muro de Berlim.

Pouco depois da celebração, o prefeito de Berlim, Klaus Wowereit, visitou a Capela da Reconciliação junto ao antigo posto fronteiriço de Bernauer Strasse, onde foram acesas dúzias de velas em memória das pessoas que morreram ao tentar atravessar o Muro de Berlim para fugir para o lado ocidental.

No mesmo local também foi inaugurado um centro de informações sobre o Muro com imagens e vídeos sobre a estrutura. Os atos para comemorar o 20º aniversário terminarão na noite desta segunda-feira com a "Festa da Liberdade" em frente ao Portão de Brandemburgo, à qual foram convidados diversos líderes de Estado e de governo de todo o mundo.

Em nome das quatro potências aliadas que repartiram Berlim após a Segunda Guerra Mundial estarão presentes os presidentes da Rússia e da França, Dmitri Medvedev e Nicolas Sarkozy; o primeiro-ministro do Reino Unido, Gordon Brown; e a secretária de Estado americana, Hillary Clinton.

Também assistirão ao evento os presidentes da Comissão Europeia, José Manuel Durão Barroso; e do Parlamento Europeu, Jerzy Buzek, além dos chefes de Estado ou primeiros-ministros dos 27 países-membros da União Europeia.

Antigos estadistas, como o ex-presidente soviético Mikhail Gorbachov, também foram convidados ao evento. A festa contará com a apresentação de bandas alemãs e internacionais, como a banda Bon Jovi ou o DJ Paul Van Dyck, entre outros.

O ato solene terminará com a derrubada de uma simbólica cadeia de peças gigantes de dominó de 1,5 km de comprimento ao longo do traçado do antigo Muro de Berlim, pintadas por diferentes artistas e estudantes para lembrar o fim da divisão da cidade, da Alemanha e da Europa.

Simultaneamente, milhares de pessoas formarão uma corrente humana de 33 quilômetros ao longo da antiga divisa entre os setores oriental e ocidental.

EFE
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