Capa do site do Chicago Tribune destaca Obama como o terceiro presidente americano a ganhar o Nobel da Paz
Foto: Reprodução
Os principais jornais dos Estados Unidos destacaram em suas versões online a escolha de Barack Obama para a edição 2009 do Prêmio Nobel da Paz. Em menos de um ano, é a segunda vez que o atual líder americano faz história. Em janeiro tomou posse como o primeiro presidente negro do país. Agora, se torna apenas o terceiro mandatário dos Estados Unidos a vencer o principal prêmio do Instituto Nobel, com na Noruega.
Foi exatamente dessa forma que o Chicago Tribune, o principal jornal da cidade de Obama, destacou a notícia de hoje: com a manchete "Obama vence o Nobel da Paz" sob uma foto que mostra Obama entre Theodore Roosevelt, que venceu em 1906, e Woodrow Wilson, em 1919. O texto destaca a preferência de Obama pela diplomacia ao invés do confronto, oferecendo a "um mundo cético uma possibilidade de entendimento mútuo".
O The New York Times, um dos principais jornais do país, destacou a surpresa que foi Obama desbancar outros candidatos favoritos, como a senadora colombiana Piedad Córdoba. "Em uma surpresa, Nobel da Paz vai para Obama pela diplomacia", foi a manchete do diário. O texto citou as palavras do próprio comitê responsável pela premiação. Obama levou o prêmio "por seu extraordinário esforço pela diplomacia internacional".
O Washington Post, o principal jornal da capital dos Estados Unidos, igualmente destacou a diplomacia, colocando na capa do site uma sequência de fotos de Obama em momentos-chave de sua política externa, como um discurso proferido no Cairo, capital do Egito, sua primeira participação em uma Assembleia da ONU e o encontro entre o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, e o presidente palestino, Mahmoud Abbas.
Assim como o New York Times, o Los Angeles Times também deu atenção em sua manchete para a surpresa que marcou a vitória de Obama. O texto destaca o fato irônico de o presidente ganhar o Nobel da Paz justamente quando ele recém havia sido aconselhado a aumentar o número de tropas americanas no Afeganistão, "uma guerra que já tem oito anos". Cita também a possibilidade de que a saída das tropas do Iraque seja adiada.
- Redação Terra

Foto: AFP 









Assista agora »
Assista agora »
