Um avião da Aeroméxico foi sequestrado nesta quarta-feira, durante um voo entre Cancún e a Cidade do México. Ao chegar ao aeroporto da capital mexicana, o Boeing 737, com pelo menos 104 pessageiros a bordo, foi isolado na pista. Após uma ação policial, todos os passageiros e tripulantes do voo 576 foram soltos e os sequestradores, presos.
De acordo com informações iniciais, os sequestradores ameaçavam explodir o avião caso não fossem recebidos pelo presidente mexicano, Felipe Calderón. O governante, que estava no aeroporto e iria embarcar para uma viagem, teve o seu voo suspenso.
O ministro do Transporte, Juan Molinar, confirmou que não havia bomba a bordo da aeronave e que todos os passageiros foram retirados. "Os passageiros estão salvos. Não havia bomba", disse Molinar ao canal Televisa, ao anunciar o sucesso da operação de resgate.
O número de detidos não foi confirmado. Inicialmente, a informação era de que três homens faziam parte do grupo. Pouco depois, a AFP aumentou o número de suspeitos para seis. A Reuters informou que cinco homens foram retirados algemados da aeronave.
Informações iniciais eram de que os sequestradores seriam de origem boliviana. No entanto, o embaixador do país no México, Jorge Mancilla, negou o fato e disse que os suspeitos não apresentam características físicas comuns de cidadãos bolivianos.
Os passageiros foram libertados de modo tranquilo e não houve feridos na ação. Alguns disseram que não foram informados sobre o sequestro. O número de passageiros e tripulantes, estimado em 104, não foi confirmado.
Antes de aterrissar, a aeronave sequestrada foi obrigada a dar várias voltas ao redor da Cidade do México, disse a rádio local Formato 21. O jornal El Universal informou que os homens não conseguiram invadir a cabine do avião.
"Estes três passageiros que afirmaram ser sequestradores disseram que carregam uma bomba. Mostraram à tripulação um pacote envolto em fita adesiva e com cabos", disse o jornalista.
Com informações do Terra México, EFE, Reuters e AFP.
- Redação Terra


Foto: Reuters 





Foto: AFP 

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