De forma simbólica, a Polônia quis convidar os dirigentes políticos dos povos que desafiaram o comunismo soviético, primeiro em Berlim Ocidental e depois em Budapest, em 1956, e em Praga, em 1968.
Os presidentes alemão Horst Kohler, húngaro Laszlo Solyom, tcheco Vaclav Klaus, eslovaco Ivan Gasparovic e polonês Lech Kaczynski prestaram homenagem aos participantes e às vítimas de uma insurreição precursora da húngara.
O levante de Poznán, que resultou em cem mortos, entre eles vários policiais e militares, e quase mil feridos "causou ao sistema totalitário uma ferida incurável, que levou à sua queda definitiva na Europa Central em 1989", afirmou Vaclav Klaus, durante uma cerimônia celebrada diante de duas gigantescas cruzes de cimento armado erguidas no coração da cidade.
O Papa Bento XVI transmitiu uma mensagem que foi lida durante uma missa ao ar livre pra recordar o "dia memorável de 28 de junho de 1956".

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