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O secretário particular do Papa João Paulo II disse neste sábado que ainda não queimou as anotações do pontífice, morto em abril. "Nada merece ser queimado, tudo deve ser conservado e guardado para a história, para o desfrute das gerações futuras", declarou o arcebispo Stanislaw Dziwisz.
Em uma nota inserida em seu testamento, em 1979, o Papa João Paulo II havia solicitado ao secretário que queimasse todas as suas anotações pessoais. Dziwisz declarou, no entanto, que pretende divulgar o conteúdo gradualmente. "São muitos manuscritos sobre diversos assuntos", revelou, sem antecipar quando começará a fazer a divulgação.
Stanislaw Dziwisz era secretário do Papa João Paulo II desde 1996. Recentemente, ele foi nomeado arcebispo da Cracóvia (Polônia) pelo Papa Bento XVI.
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