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João Paulo II
Quarta, 6 de abril de 2005, 07h37 
Conclave para escolher novo papa começa dia 18
 
EFE
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O conclave para a escolha do sucessor de João Paulo II começará no dia 18 de abril, decidiu a Congregação de Cardeais, segundo confirmou hoje o porta-voz vaticano, Joaquín Navarro Valls. Ele informou também que o testamento de João Paulo II foi aberto hoje no encontro dos cardeais para preparar as exéquias do Sumo Pontífice e o próximo conclave.

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De acordo com o porta-voz do Vaticano, não existe o nome do cardeal "in pectore", que o Papa mantinha em segredo. A Congregação de Cardeais terminou pouco depois do meio-dia, depois de duas horas e meia de reunião.

No dia 18, os cardeais realizarão pela manhã uma missa na basílica de São Pedro, a chamada missa vótiva "Pro elegendo papa", e pela tarde se reunirão na Capela Sistina, para começar o conclave.

Segundo estabelece a constituição apostólica "Universi Dominici Gregis", sobre a Sé Vacante e a eleição do novo pontífice, o conclave tem que ser realizado entre o 15º e o 20º depois da morte do pontífice. Ele acontecerá na Capela Sistina, como sempre, e o futuro papa será eleito com voto secreto.

Testamento não revela cardeal in pectore, antecipa jornal italiano
O "testamento" de João Paulo II é uma meditação sobre a vida e a morte, a fé e a humanidade, mas não contém nenhuma indicação prática nem revela o nome do cardeal "in pectore", antecipou o vaticanista do jornal Corriere della Sera, Luigi Accatoli, na edição desta quarta-feira do diário.

Assim como o testamento de Paulo VI, se trata de um texto escrito e modificado em várias ocasiões pelo Sumo Pontífice, que teria duas ou três datas, afirma Luigi Accatoli.

Porém, ao contrário de Paulo VI, João Paulo II não deixou disposições práticas sobre sua tumba, o cardeal secreto ou seus bens materiais.

De acordo com Accatoli se trata de um testamento espiritual, a última mensagem que o Papa quis enviar à Igreja sobre a atualidade do Evangelho no amanhecer do terceiro milênio. O texto foi escrito em polonês pela própria mão do Papa, que o deixou a seu secretário, monsenhor Stanislaw Dziwisz.

Este o entregou ao cardeal camerlengo, o espanhol Eduardo Martínez Somalo, que o transferiu ao substituto da secretaria de Estado, o argentino Leonardo Sandri, para que faça a tradução, acrescenta o jornalista do Corriere della Sera.

Assim, o cardeal nomeado "in pectore", cujo nome era mantido em segredo "no coração" do Papa, parece que ignorará até sua morte que figurou entre os chamados príncipes da Igreja, informação confirmada nesta manhã pelo porta-voz do Vaticano.

O jornal italiano aponta a possibilidade de João Paulo II ter deixado uma nota sobre o cardeal "in pectore" em um dos documentos selados que estão guardados nos arquivos do Vaticano. A abertura dos textos depende de uma decisão expressa de seu sucessor.

A fórmula do cardeal "in pectore" permite aos papas honrar um religioso cuja nomeação poderia representar riscos para ele ou para as relações do Vaticano com um Estado, ou simplesmente pode acontecer por razões de conveniência.

Segundo a hipótese mais citada, o designado durante o último consistório, de outubro de 2003, pode ter sido um prelado chinês, cuja nomeação poderia irritar as autoridades de Pequim. Estas apóiam uma igreja católica local "patriótica" que rejeita a autoridade do Vaticano.

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AFP

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