O bombardeio deveria ter sido lançado no último dia 5 na Faixa de Gaza contra um alvo da Autoridade Nacional Palestina (ANP), mas não foi empreendido por causa da atitude do oficial, com categoria de tenente, acrescenta a fonte.
O ataque seria a resposta de Israel ao duplo atentado suicida palestino ocorrido nesse mesmo dia nas imediações da rodoviária de Tel Aviv, quando morreram 23 pessoas, entre elas sete cidadãos estrangeiros.
Em um julgamento diante de seus superiores, o oficial disse que havia 'segurado' a informação necessária aos responsáveis pelo planejamento da Força Aérea "para evitar causar danos a palestinos inocentes".
De acordo com o jornal, o oficial negou a informação que a força aérea precisava e só a revelou - de forma parcial - depois que as forças de segurança reduziram o nível de alerta após o atentado.
Um porta-voz militar disse ao jornal que "o oficial foi destituído por não cumprir uma ordem superior e prejudicar a operação". No julgamento, o Exército decidiu transferir o oficial para um cargo administrativo no centro do país, uma condenação relativamente leve - segundo fontes militares -, com o propósito de impedir que o oficial revele as informações em seu poder.
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