Em entrevista a CNN, Pacatte relatou que o adolescente passou a apresentar mudanças de comportamento como irritação, agressividade e dores de cabeça. Contudo, a mãe imaginou que a criança estivesse "somente" fumando maconha.
Quando descobriu sobre esse jogo e a freqüência com que Gabriel a praticava, Pacatte tentou convencê-lo, em vão, a parar. Segundo ela, o garoto adorava a sensação da falta de oxigênio no cérebro.
"É como se você tivesse desmaiado por alguns segundos", declarou Sam Mordecai, o irmão gêmeo da vítima, que também é adepto à brincadeira e classifica a experiência como "estranha".
Um dia antes da morte do adolescente, a mãe ainda o questionou a respeito de uma marca em seu pescoço, mas ele desconversou. Mesmo com os alertas de Pacatte, Gabriel persistiu com a brincadeira.
Um dia depois, Sam encontrou Gabriel inconsciente no seu quarto, com uma corda atada ao pescoço. Apesar de ter sido levado ao hospital, o adolescente morreu 15 horas depois.
Pacatte declarou que se sente culpada pela morte do garoto por ter ignorado suas reações estranhas. Agora, a mulher pretende alertar sobre os riscos dessa brincadeira a outros pais.
Redação Terra