O presidente cubano, Fidel Castro, comemora seu 76º aniversário hoje, aparentemente gozando de uma boa saúde e de total controle político do país, depois de 43 anos no poder. Crises econômicas e recentes desafios de dissidentes não enfraqueceram seu poder sobre uma das últimas sociedades comunistas do mundo.
O revolucionário barbudo sobreviveu a nove presidentes norte-americanos e conseguirá passar por quatro décadas de sanções econômicas que foram impostas para tirá-lo do poder, mas que perderam apoio nos Estados Unidos. Um ano depois de Fidel ter desmaiado durante um discurso, levantando dúvidas sobre a sucessão política no país, ele mantém uma vida pública ativa, fazendo discursos de duas a três horas em projetos sociais, às vezes até à meia-noite.
Visitantes norte-americanos que foram recentemente a Havana disseram que o líder cubano está um pouco lento, mas em boa forma para a sua idade, e que continua a ser uma figura carismática. "Ele não caminha rapidamente, mas parece estar com boa saúde", disse Phil Peters, do Instituto Lexington, de Washington. "Se eu estivesse fazendo 76 anos com essa forma, ficaria bastante feliz." Peters acompanhou um grupo de legisladores norte-americanos e acadêmicos que se reuniram com Fidel por três horas no dia 30 de julho. "Ele conduziu uma conversa bastante animada durante todo o tempo", disse.
O maior desafio enfrentado pelo Partido Comunista são as dificuldades econômicas na ilha caribenha desde a queda da União Soviética, há uma década. Falta de combustível e de energia elétrica continuam sendo constantes na vida cotidiana em Cuba, cuja população de 11 milhões de habitantes resiste a dificuldades econômicas e a crescente disparidade social entre aqueles que têm acesso a dólares e os que não têm. Mas analistas disseram que as crises econômicas não se tornaram desafios políticos para Fidel, embora o embrião de um movimento de oposição tenha começado a aparecer.
Em maio, dissidentes apresentaram uma petição para consultar o povo a respeito de reformas moderadas para permissão da liberdade de expressão, a libertação de prisioneiros políticos e abertura de Cuba ao comércio privado. O Projeto Varela contou com 11 mil assinaturas que demoraram um ano para ser reunidas, mas o governo rapidamente fez movimentações para acabar com a iniciativa. Em três dias reuniu mais de 8 milhões de assinaturas para impulsionar emendas constitucionais a fim de evitar mudanças no status dos trabalhadores socialistas de Cuba.
O revolucionário barbudo sobreviveu a nove presidentes norte-americanos e conseguirá passar por quatro décadas de sanções econômicas que foram impostas para tirá-lo do poder, mas que perderam apoio nos Estados Unidos. Um ano depois de Fidel ter desmaiado durante um discurso, levantando dúvidas sobre a sucessão política no país, ele mantém uma vida pública ativa, fazendo discursos de duas a três horas em projetos sociais, às vezes até à meia-noite.
Visitantes norte-americanos que foram recentemente a Havana disseram que o líder cubano está um pouco lento, mas em boa forma para a sua idade, e que continua a ser uma figura carismática. "Ele não caminha rapidamente, mas parece estar com boa saúde", disse Phil Peters, do Instituto Lexington, de Washington. "Se eu estivesse fazendo 76 anos com essa forma, ficaria bastante feliz." Peters acompanhou um grupo de legisladores norte-americanos e acadêmicos que se reuniram com Fidel por três horas no dia 30 de julho. "Ele conduziu uma conversa bastante animada durante todo o tempo", disse.
O maior desafio enfrentado pelo Partido Comunista são as dificuldades econômicas na ilha caribenha desde a queda da União Soviética, há uma década. Falta de combustível e de energia elétrica continuam sendo constantes na vida cotidiana em Cuba, cuja população de 11 milhões de habitantes resiste a dificuldades econômicas e a crescente disparidade social entre aqueles que têm acesso a dólares e os que não têm. Mas analistas disseram que as crises econômicas não se tornaram desafios políticos para Fidel, embora o embrião de um movimento de oposição tenha começado a aparecer.
Em maio, dissidentes apresentaram uma petição para consultar o povo a respeito de reformas moderadas para permissão da liberdade de expressão, a libertação de prisioneiros políticos e abertura de Cuba ao comércio privado. O Projeto Varela contou com 11 mil assinaturas que demoraram um ano para ser reunidas, mas o governo rapidamente fez movimentações para acabar com a iniciativa. Em três dias reuniu mais de 8 milhões de assinaturas para impulsionar emendas constitucionais a fim de evitar mudanças no status dos trabalhadores socialistas de Cuba.

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