Militantes suicidas mataram ocidentais, incluindo norte-americanos, em Riad e em Casablanca, no Marrocos. Os dois reinados árabes mantêm boas relações com os EUA. "Há células dormentes do terrorismo islâmico que podem acordar e realizar ataques", declarou no domingo o ministro do Interior da Itália, Giuseppe Pisanu, depois de se encontrar com ministros do Interior da Espanha, da França e da Grã-Bretanha.
"Ninguém pode garantir que esteja livre da possibilidade de sofrer um ataque realizado pelo terrorismo extremista islâmico e é por isso que precisamos reforçar nossas medidas de segurança", afirmou Angel Acebe, ministro do Interior da Espanha.
Horas antes, o Ministério do Interior do país havia dito ter reforçado seu aparato de segurança no estreito de Gibraltar, que separa a Espanha do Marrocos. No país árabe, na sexta-feira, atentados suicidas deixaram 41 mortos.
O presidente dos EUA, George W. Bush, divulgou no fim de semana um apelo para que o mundo acorde e disse que, apesar de enfraquecida pela guerra contra o terror, liderada pelos norte-americanos, a Al-Qaeda continuava a representar uma ameaça. Países do Ocidente baixaram recentemente uma série de alertas desaconselhando viagens para a África e a região sudeste da Ásia.
Redação Terra