Os Estados Unidos mantêm presos sem julgamento em Guantánamo desde o final da guerra no Afeganistão e ainda não formalizou processos legais para decidir o status dos prisioneiros. Ao contrário, no Iraque, os tribunais militares americanos já começaram a atuar sobre a situação de 6.850 prisioneiros.
Burgeind disse que quando os menores foram enviados para a base de Guantánamo, acreditou-se a princípio que tinham 16 anos, mas exames médicos posteriores mostraram que tinham menos. A organização Human Rights Watch expressou sua preocupação sobre o caso e exortou os Estados Unidos a observarem estritamente os padrões internacionais sobre os direitos dos menores de idade.

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