Dou Xueliang, habitante da cidade de Anshan, na província de Liaoning, foi internado por causa de uma infecção no pênis em 1987, mas os médicos, acreditando tratar-se de um câncer, extirparam a maior parte do órgão, explica o portal sina.com.
Dou, que perdeu as funções sexuais, também se tornou toxicômano depois que o hospital administrou medicamentos anestesiantes em abundância.
Os nove anos de batalha judicial do chinês para que a justiça reconhecesse os danos irreparáveis provocados pelo erro médico concluíram esta semana com a decisão da Suprema Corte Popular de Liaoning.
O tribunal condenou três hospitais envolvidos no caso a pagar 565.101 iuanes no total, uma fortuna para um chinêso comum, cuja média salarial não supera os 1.000 iuanes.

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