Militantes comemoram a vitória do partido nas eleições |
Em segundo lugar ficou o Partido Trabalhista-Meimad (Dimensão), com 22 cadeiras, ao passo que o Yisrael Beiteinu (Israel é a Nossa Casa), em um resultado considerado histórico, ficou em terceiro, com 14 assentos. Ainda segundo a mesma pesquisa, o Likud (União), da direita tradicional, assegurou 11 cadeiras, ficando em quarto lugar.
Por sua vez, o Canal 10 da televisão pública israelense deu 31 cadeiras ao Kadima, 20 ao Partido Trabalhista-Meimad e 12 ao Yisrael Beiteinu, que aparece empatado com o Likud.
Já a coalizão de direita e caráter nacionalista União Nacional-Partido Nacional Religioso (Mafdal) teria alcançado entre oito e nove assentos, segundo as pesquisas das duas emissoras.
Quanto aos partidos religiosos Shas (Guardiães da Torá Sefarditas) e Yahadut Hatorá (Judaísmo Unido da Torá), conseguiram entre 10 e 11 cadeiras o primeiro, e entre cinco e seis o segundo.
Ainda segundo as sondagens de ambos os canais, o esquerdista Meretz (Vigor) assegurou cinco assentos, ao passo que os partidos árabes Ra'am-Ta'al (Lista Árabe Unida), Balad (Assembléia Nacional Democrática) e Hadash (Frente pela Igualdade) ficaram com quatro cada. A grande surpresa da noite foi o resultado obtido pelo partido Gil (Idade), que conquistou entre seis e oito cadeiras.
O índice de participação foi o mais baixo da história de Israel. Mais de cinco milhões de eleitores estavam aptos para votar hoje por um dos 31 partidos que competiam pelas 120 cadeiras do Parlamento israelense (Knesset).
O Kadima se apresentou às eleições com um programa centrado em um plano para evacuar de forma unilateral parte do território da Cisjordânia.
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