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Mulher é julgada por arrancar os braços da filha

25 de fevereiro de 2006 22h57

Uma mulher de McKinney, no estado do Texas, nos Estados Unidos, está sendo julgada por arrancar os dois braços de sua filha de 10 meses, que levou a criança à morte. Depois do quarto dia de julgamento, os jurados ainda não conseguiram chegar a uma conclusão sobre o caso.

Dena Schlosser, 37 anos, alegou inocência por razões de insanidade. "Qualquer discussão não teria mais sentido", disseram os jurados em uma nota ao juiz Chris Oldner, depois de nove horas deliberação.

A polícia prendeu Schlosser em novembro de 2004, depois de achar o bebê Margaret, morrendo em seu berço, e a mãe coberta de sangue segurando uma faca e ouvindo cântigos religiosos.

A acusação argumenta que ela sabia o que estava fazendo, mostrando aos jurados fotos grotescas do bebê morto e enfatizando a visão de testemunhas de que Schlosser era uma mãe saudável e aparentemente sana.

O testemunho de psiquiatras da defesa detalharam diversos episódios que Schlosser lhes contou. Um médico disse que a mulher lhe disse que Deus mandou-a cortar os braços da criança depois seus próprios, seguido da cabeça. Schlosser tinha um corte profundo no ombro quando foi encontrada.

John Schlosser, marido da mulher, disse que não estava preocupado quando sua esposa lhe disse na tarde anterior à do assassinato que queria "dar a criança para Deus". Ele disse que ela parecia normal e a acalmou.

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