Morales reduz seu salário e da equipe pela metade

26 de janeiro de 2006 • 17h30 • atualizado às 22h51

O decreto do presidente da Bolívia Evo Morales que reduz em 57% o próprio salário e o de seus ministros entrou em vigor nesta quinta-feira. O objetivo da medida era impulsionar a criação de vagas nos setores de Saúde e Educação.

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    "Com esta redução nós estaríamos cobrindo pelo menos 1,5 mil itens dedicados à saúde", destinados particularmente à área rural, segundo Morales. O déficit de professores é igualmente notável. Segundo Morales, para este ano só existe orçamento para criar 2,2 mil vagas de professor quando o país exige pelo menos seis mil.

    O presidente também apelou aos 157 legisladores do Congresso bicameral a tomarem a mesma decisão. Segundo disposições internas, nenhum servidor público estatal pode perceber rendimentos superiores aos do presidente, neste caso 15 mil bolivianos (menos de US$ 2 mil). Os parlamentares recebem mensalmente um equivalente a US$ 4 mil, assim como servidores públicos de alto escalão e de muitas instituições estatais.

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