Grupos pacifistas tentam impedir guerra no Iraque

11 de janeiro de 2003 • 16h22 • atualizado às 16h22

À medida que se multiplicam as ameaças de guerra contra o Iraque, aumentam também as visitas de grupos pacifistas de todo o mundo a Bagdá, muitos deles procedentes dos Estados Unidos e da Europa. Também chegam ao país dezenas de voluntários para servirem de "escudos humanos".

Desde o início de dezembro, dezenas de missões, delegações e grupos chegaram a Bagdá. O ritmo se acelerou nestes últimos dias, paralelamente ao aumento do deslocamento militar americano e britânico na região.

A maioria destes grupos tem convicções pacifistas, enquanto outros são hostis a uma intervenção por razões políticas. No entanto, a mensagem é a mesma: não a uma nova guerra ocidental contra o Iraque e o fim ao embargo internacional que afeta duramente a população iraquiana.

Nesses últimos dias, Bagdá foi visitada por militantes norte-americanos, espanhóis, italianos, sul-africanos, libaneses, egípcios e palestinos, entre outros. Estas delegações visitam escolas, hospitais e famílias, encontram-se com religiosos, responsáveis por ONGs e representantes de agências da ONU.

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