O presidente do Iraque, Jalal Talabani, condenou o assassinato em comunicado denunciando que Ezzi foi morto "por rejeitar a violência e o terrorismo".
O Comitê dos Ulemás muçulmanos, principal associação religiosa sunita do Iraque, denunciou o assassinato, descrevendo a vítima como um político "moderado".
Segundo o Comitê, as forças estrangeiras no Iraque são responsáveis pela "degradação da situação da segurança" no país, que se traduz em "seqüestros, batidas nas casas e assassinatos".
Ezzi era dirigente da principal coalizão sunita para as eleições legislativas de 15 de dezembro e havia conclamado, sábado, os iraquianos a participarem dos comícios.
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