O advogado, Harry Freedman, declarou que Álvarez chegou "um pouco fatigada, nervosa e ansiosa", mas muito contente por estar de novo em casa.
Uma investigação feita no mês passado pelo Defensor público da Commonwealth descreveu sua deportação como uma catástrofe. O mesmo relatório indica que três funcionários de imigração perceberam o erro, mas não o repararam.
Álvarez, de origem filipina, vivia com seus dois filhos em Perth, no oeste da Austrália, até que em março de 2001 sofreu um acidente de carro na cidade de Lismore, no estado de Nova Gales do Sul, que a deixou de cadeira de rodas e com problemas de memória.
Em julho do mesmo ano o departamento de imigração a deportou às Filipinas e ela não foi descoberta até maio deste ano em um asilo católico em Manila, quando um sacerdote a identificou em um programa de televisão via satélite.
O governo australiano lhe proporcionará alojamento e cuidados médicos, e anunciou, após o escândalo, que investirá US$ 175 milhões para melhorar a burocracia de imigração.
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