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 Mãe pega 30 anos por liberar drogas e sexo em casa
16 de novembro de 2005 03h26

Silvia Johnson, uma americana com 41 anos de idade, queria apenas ser uma "mãe legal", segundo explicou ao juiz Peter Weir, que, anteontem, a condenou a 30 anos de prisão por fornecer drogas e álcool a menores, com os quais também teve relações sexuais.

De acordo com um porta-voz do Ministério Público de Golden (Colorado, oeste dos EUA), ela foi considerada culpada em julho por nove acusações de incitar menores a cometer um delito e outras duas de atentado ao pudor com menores.

Durante o processo, ela explicou que se sentia rejeitada na adolescência e quis ser uma "mamãe legal", confraternizando com a garotada.

Segundo o porta-voz, ela lhes ofereceu anfetaminas e álcool antes de ter relações sexuais com cinco deles, incluindo o namorado de sua própria filha.

A acusada "queria dar a impressão de que era legal e moderna porque não tinha amigos na época do colégio", explicou à AFP o porta-voz do procurador do condado de Jefferson, Carl Blesch.

Ao anunciar o veredicto, o juiz Weir afirmou que os atos imputados à ré não eram os de uma "mamãe legal".

"Uma mãe legal fornece um ambiente seguro para seus filhos e os amigos deles. Você forneceu a droga. Uma mãe legal dá conselhos. Você deu cerveja e bebidas alcoólicas fortes. Uma mãe legal dá amor, e não sexo", censurou.

Aos prantos, Silvia disse ter "aprendido a lição".

"Sei que feri muitas pessoas, não apenas os garotos, mas minha família também. Sei que estou doente. Assumo toda responsabilidade pelo que fiz. Estou arrasada", afirmou.

AFP
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