De acordo com um porta-voz do Ministério Público de Golden (Colorado, oeste dos EUA), ela foi considerada culpada em julho por nove acusações de incitar menores a cometer um delito e outras duas de atentado ao pudor com menores.
Durante o processo, ela explicou que se sentia rejeitada na adolescência e quis ser uma "mamãe legal", confraternizando com a garotada.
Segundo o porta-voz, ela lhes ofereceu anfetaminas e álcool antes de ter relações sexuais com cinco deles, incluindo o namorado de sua própria filha.
A acusada "queria dar a impressão de que era legal e moderna porque não tinha amigos na época do colégio", explicou à AFP o porta-voz do procurador do condado de Jefferson, Carl Blesch.
Ao anunciar o veredicto, o juiz Weir afirmou que os atos imputados à ré não eram os de uma "mamãe legal".
"Uma mãe legal fornece um ambiente seguro para seus filhos e os amigos deles. Você forneceu a droga. Uma mãe legal dá conselhos. Você deu cerveja e bebidas alcoólicas fortes. Uma mãe legal dá amor, e não sexo", censurou.
Aos prantos, Silvia disse ter "aprendido a lição".
"Sei que feri muitas pessoas, não apenas os garotos, mas minha família também. Sei que estou doente. Assumo toda responsabilidade pelo que fiz. Estou arrasada", afirmou.

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