O juiz S.N. Dingra pediu a pena capital para os supostos militantes islâmicos Mohamed Afza e Shaukat Husain, e para o professor da Universidade de Déhli Syed Abdul Rehman Gelani. Para a esposa de Shaukat Husain, Afsan Guru, considerada culpada de alta traição por esconder da polícia a presença de terroristas em sua residência, o juiz solicitou cinco anos de prisão.
Todos os acusados se declararam inocentes das acusações e nenhum participou fisicamente do ataque de 13 de dezembro de 2001, quando cinco indivíduos armados invadiram o Parlamento matando nove agentes de segurança antes de serem mortos a tiros.
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