"Os que possuem mais fé podem ser 'menos estressados' a respeito dos problemas do dia-a-dia que impedem o sucesso no mercado de trabalho e no mercado do casamento. Por isso, eles seriam mais bem-sucedidos", disse a pesquisa, divulgada pela Agência Nacional de Pesquisa Econômica.
Viver em uma comunidade com grupos étnicos complementares que dividem a mesma religião aumenta a freqüência com que alguém vai a uma igreja, afirmou Gruber no estudo intitulado "Estrutura do Mercado Religioso, Participação Religiosa e Renda: A Religião é Boa para Você?"
O comparecimento aos cultos corresponde a níveis mais altos de formação escolar e renda, níveis mais baixos de recorrência ao serviço público de saúde, taxas mais altas de casamento e taxas mais baixas de divórcio, disse o estudo.
Gruber diz ter se concentrado nos norte-americanos brancos, não-hispânicos, com idades de 25 anos ou mais porque "há fortes indícios de segregação racial entre os freqüentadores das igrejas, de modo que a densidade de hispânicos ou não-brancos em uma religião de alguma área não deve ser relevante para a participação religiosa dos brancos nessa área."
O pesquisador dividiu as pessoas em sete grupos: católicos, judeus, protestantes liberais, protestantes moderados, protestantes conservadores, outros e nenhuma religião.
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