Dezenas de bebês e crianças foram filmados enquanto eram estuprados e, pelo menos nove deles, foram violentados por membros desse grupo, que trocava cenas dos abusos sexuais pela internet. As imagens foram classificadas de "horripilantes" pela polícia.
Além de Álvaro, outros dois homens de 24 anos foram presos, José G.C. e Eduardo S.M., por serem suspeitos de praticar abusos sexuais contra menores. Outros dois, de 43 e 39 anos, Antonio O.M. e José C.C., são acusados de distribuir pornografia infantil.
Alertada pela Interpol, a polícia espanhola detectou em fevereiro na internet uma rede que produzia e trocava imagens e vídeos de bebês estuprados. A análise das imagens revelou que as fotografias tinham sido produzidas na Espanha. A operação, denominada "Kova", foi desenvolvida pela Brigada de Investigação Tecnológica (BIT) da Direção Geral da Polícia.
Segundo a polícia, a localização na Espanha de uma rede de pederastas ativos e a detenção de seus membros, expõe "uma perversão e degradação que supera os limites conhecidos até o momento pelos investigadores policiais".
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