Italiana seqüestrada no Iraque é libertada

04 de março de 2005 • 15h03 • atualizado às 15h03
A jornalista italiana aparece em vídeo divulgado no dia 16 Foto: AP
A jornalista italiana aparece em vídeo divulgado no dia 16
16 de fevereiro de 2005
Foto: AP

A jornalista italiana Giuliana Sgrena, seqüestrada no dia 4 de fevereiro no Iraque, foi libertada em Bagdá. O presidente da República italiana, Carlo Azeglio Ciampi, confirmou a informação antecipada pela rede árabe Al-Jazira e agradeceu a todos os que contribuíram com esta situação.

O diretor do jornal Il Manifesto, para o qual ela trabalhava, informou ter recebido uma ligação dos serviços secretos italianos confirmando a sua libertação. O anúncio foi recebido com festa na Itália, onde nas últimas quatro semanas ocorreram várias mobilizações para pedir a libertação da jornalista de 57 anos.

Tanto o presidente da República, Carlo Azeglio Ciampi, como o primeiro-ministro Silvio Berlusconi se apressaram em comemorar a notícia, enquanto todos os canais de televisão interromperam sua programação para exibir programas especiais.

A jornalista italiana foi seqüestrada quando tentava se reunir com líderes iraquianos no sul de Bagdá. Seus seqüestradores, do desconhecido grupo Organização da Jihad Islâmica, ameaçaram executá-la em 48 horas se o governo italiano não retirasse suas tropas do país.

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