O padre Hal Ranger, presidente do Conselho, informou ao jornal que essas mudanças seriam necessárias para garantir que os católicos possam continuar tendo acesso aos sacramentos.
O Conselho, que reúne cerca da metade dos 1.650 sacerdotes da Austrália, pediu em sua carta que o Sínodo "estude honestamente se é apropriado continuar insistindo que o sacerdócio, com raras exceções, seja obrigatoriamente condicionado ao celibato". Este pedido acontece depois que uma pesquisa com mais de 300 padres da diocese de Sydney revelou um baixo nível de apoio ao celibato, e que isso foi citado como motivo para renúncia ao sacerdócio.
A falta de padres atualmente é grande na Austrália e nos países ocidentais, obrigando muitas vezes a um só padre assumir a responsabilidade de várias paróquias e prorrogando sua aposentadoria.
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