Tsunami Roy, de seis dias, dorme nos braços de sua mãe no acampamento de Port Blair
Foto: Reuters
Em Porto Blair, capital do arquipélago de Andaman, um bebê que nasceu prematuro em 26 de dezembro, o fatídico dia do maremoto, recebeu como nome a palavra em japonês usada para designar as ondas gigantescas formadas depois de terremotos. "Quando houve o terremoto, corremos para o bosque e caí. Desmaiei e meu marido me arrastou cerca de 500 metros para o interior do bosque. Sofria muito, mas tinha que viver por este bebê", explicou a mãe, Namita Rai, que está alojada temporariamente em um acampamento para desabrigados.
O casal e o bebê foram retirados na quinta-feira da Ilha de Hut Bay. No entanto, a família não tem notícias do irmão de Tsunami, de 6 anos, que, segundo um militar, pode estar em um abrigo em Hut Bay.
Em Alapuzha, no Estado indiano de Keralac, Kutten e Priyanka também escolheram este nome para sua filha, que sobreviveu milagrosamente às ondas gigantes. Priyanka e sua filha foram resgatadas com grande dificuldade por um parente quando as ondas gigantes atingiram sua casa, que foi arrasada pela força das águas no último domingo.
Priyanka sofreu ferimentos durante a catástrofe, que deixou cerca de 150 mil mortos em todo o sudeste asiático. A menina foi batizada em uma cerimônia religiosa hindu celebrada ontem no hospital de Kayamkulam, onde a mãe está internada.
- Redação Terra


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