"Até agora, nenhum grupo entrou em contato conosco para apresentar demandas ou reivindicações", declarou Faruk Mabruk, chefe da missão. "Isto nos faz pensar que não há motivações políticas por trás destes seqüestros", acrescentou.
De acordo com Mabruk, dois engenheiros foram seqüestrados por homens armados em sua casa em Bagdá na noite de quinta-feira, enquanto os outros quatro egípcios foram raptados na véspera junto a dois iraquianos perto de Al-Qaem, no oeste do Iraque.
Os seis trabalhavam para a empresa egípcia de telecomunicações Orascom, que confirmou na sexta-feira seu seqüestro.
"Eles estavam (no Iraque) para executar serviços vitais e urgentes para o povo iraquiano", disse Mabruk, que afirmou que o governo do Egito não pensa em impor restrições de viagem a seus cidadãos no momento.
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