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Americanos especulam que Obama não nasceu nos EUA

25 de julho de 2009 16h35 atualizado às 19h06

Uma onda de boatos crescente nos Estados Unidos alega que o presidente, Barack Obama, está escondendo seu verdadeiro local de nascimento. Para muitos, o presidente teria nascido no Quênia e não nos Estados Unidos, o que o tornaria inelegível para o cargo de presidente. As informações são do jornal Telegraph.

A Constituição dos EUA determina que, para ser presidente, é necessário que o candidato tenha nascido em solo americano. Obama nasceu no Havaí em 1961, dois anos depois de o arquipélago se tornar o 50º Estado do país. No entanto, desde que iniciou sua campanha à presidência, circularam boatos de que ele não seria cidadão natural dos EUA.

A Casa Branca tem publicado cópias da certidão de nascimento de Obama - um resumo impresso de seu nascimento, incluindo o nome do centro médico em Honolulu, Havaí, onde nasceu. Mas os conspiradores consideram suspeita a ausência de uma fotocópia do seu registro de nascimento original.

"Isso tudo poderia ser resolvido em um minuto se o presidente apresentar uma certidão de nascimento válida", diz George Gordon Liddy, executor da invasão do edifício Watergate, ordenada por Nixon, ao comentar a teoria. "O senhor Obama deve fazer mais para afastar as alegações", disse ele em seu programa de rádio - uma mistura de notícias e opinião - na semana passada.

No entanto, algumas pessoas consideram essas teorias infundadas, principalmente para o atual momento que vivem os EUA. "Temos sérias questões agora. Temos problemas na economia e milhões de pessoas fora do trabalho", disse Steven Collins. "É tão ridículo que estamos perdendo tempo com esse assunto. Ele é um americano?" Vamos lá!".

Segundo Collins, muitas pessoas ainda não aceitam o fato de um afro-americano ser o comandante do país e estão procurando maneiras de reduzir a "grandeza de uma pessoa que está servindo à nação."

"Em vez de tentar descobrir o que realmente está acontecendo ao seu país, as coisas terríveis que estão acontecendo ao seu país economicamente, essas pessoas preferiam abraçar teorias conspiratórias", disse o ex-congressista republicano Joe Scarborough.

Redação Terra