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 Amigos de acusado depõem sobre morte de estudante na Itália
04 de julho de 2009 08h38 atualizado às 08h57

Amanda chega ao tribunal onde amigos de seu ex-namorado prestarão depoimento. Foto: AP

Amanda chega ao tribunal onde amigos de seu ex-namorado prestarão depoimento
Foto: AP

Amigos do italiano Raffaele Sollecito, acusado junto com a americana Amanda Knox do assassinato da britânica Meredith Kercher, serão ouvidos pelo júri neste sábado, segundo o portal italiano AGI News. Meredith foi encontrada morta com um corte no pescoço no apartamento que dividia com Amanda, no dia 2 de novembro de 2007.

A promotoria acredita que a britânica tenha sido assassinada em um jogo sexual, com a participação de Amanda, Sollecito e do marfinense Rudy Guede, condenado a 30 anos de prisão em outubro do ano passado.

Ontem, depuseram testemunhas de defesa, entre elas Vincenzo Pasquali, funcionário aposentado da polícia forense. De acordo com ele, uma janela do apartamento da vítima foi arrombada pelo lado de fora, e não danificada por dentro para simular uma invasão, como acredita a promotoria.

Amanda e o ex-namorado negam envolvimento com a morte. Segundo afirmou a americana em seu depoimento, ela passou a noite do crime na casa do namorado e só voltou ao apartamento que dividia com Meredith na manhã seguinte. Ao chegar, disse que encontrou a porta da rua aberta e a do quarto da colega trancada. Além disso, Amanda teria percebido sangue seco na pia e no tapete do banheiro.

Ela afirmou que voltou à casa do namorado, a quem contou o que tinha acontecido e ligou para a polícia. Os dois só teriam retornado ao apartamento quando os investigadores já tinham chegado ao local.

Redação Terra
  1. Amanda chega ao tribunal onde amigos de seu ex-namorado prestarão depoimento

    Foto: AP

  2. Amanda Knox é acusada de participar do assassinato da britânica Meredith Kercher

    Foto: AP

  3. Ex-namorado de Amanda, o italiano Raffaele Sollecito negou envolvimento na morte da britânica

    Foto: AP

  4. Deanna, irmã de Amanda, chega ao tribunal de Perugia, na Itália

    Foto: AP

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