Parente de uma das vítimas chora em aeroporto francês |
O ministro de Exteriores da França, Bernard Kouchner, confirmou nesta terça-feira que 66 franceses viajavam no avião iemenita que caiu no Oceano Índico em frente à costa das ilhas Comores.
O avião acidentado, procedente de Sana, a capital iemenita, "contava com passageiros que embarcaram em Paris, incluindo 66 franceses", informou.
Em comunicado, o chefe da diplomacia francesa transmitiu suas condolências aos familiares e amigos das vítimas, e lembrou que a França enviou "rapidamente" equipes ao local do acidente para ajudar nos trabalhos de busca.
A França mobilizou o Exército a pedido de seu presidente, Nicolas Sarkozy, que ordenou que todos os meios necessários estejam disponíveis para ajudar os responsáveis pelas buscas e resgate de eventuais sobreviventes do acidente, segundo um comunicado divulgado pelo Palácio do Eliseu.
O secretário de Estado de Transportes francês, Dominique Bussereau, se transferiu ao centro de crise instalado no aeroporto Charles de Gaulle para se encontrar com familiares de alguns dos passageiros do avião.
Bussereau disse esta manhã (local) à emissora Europe 1 que o acidente pode ter sido causado pelo mau tempo.
Essa é uma das hipóteses comentadas pelos investigadores, embora o responsável francês tenha insistido em que "por enquanto, é preciso ter prudência".
Com 142 passageiros e 11 membros da tripulação a bordo, o voo da companhia Yemenia Airways partiu nesta segunda-feira de Paris e fez escala em Marselha e em Sana.
Na capital do Iêmen, alguns passageiros desceram e outros trocaram de avião e embarcaram no Airbus A310 com destino a Comores que caiu no Oceano Índico pouco antes de aterrissar.
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