Checheno planejou matar Tony Blair, diz jornal

05 de setembro de 2004 • 06h10 • atualizado às 06h10

O chefe checheno que supostamente está por trás da invasão da escola de Beslan, na Rússia, planejou matar o primeiro-ministro britânico, Tony Blair. A informação é publicada hoje no jornal Sunday Express.

Fontes dos serviços de segurança disseram ao jornal que fanáticos chechenos, presumivelmente dirigidos por Shamil Basayev, tinham Blair como alvo em 2002, ano dos festejos do qüinquagésimo aniversário do reinado de Elizabeth II.

No ataque, morreriam também a rainha, o príncipe Charles e os príncipes William e Henry, assinala o jornal. A ameaça contra Blair, acrescenta, levou a um forte aumento da segurança antes das celebrações de junho de 2002.

Agentes que trabalham na luta antiterrorista identificaram uma escola internacional em Londres como "fonte de preocupação", que é possível alvo pelo número de estudantes de famílias russas de classem alta, acrescenta o dominical britânico.

Fontes de segurança vêm um duplo perigo em Basayev devido aos vínculos de seu grupo com terroristas islâmicos da Al-Qaeda e ao fanatismo de sua causa nacionalista, diz o jornal.

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