"A volta à atuação política do Baath é um assunto improvável e inexato", disse o chefe do Governo iraquiano, em discurso pronunciado na realização de um casamento coletivo em Bagdá.
No mês passado, a facção do Baath liderada pelo ex-vice-presidente iraquiano Izzat Ibrahim al-Douri rejeitou se reunir e reconciliar com o Governo Maliki, por considerá-lo um regime agente dos Estados Unidos.
Douri, que foi o "número dois" do regime do falecido presidente Saddam Hussein, está na clandestinidade desde março de 2003, quando o líder iraquiano foi derrubado por uma coalizão militar anglo-americana.
Além disso, em 7 de abril, o ex-vice-presidente pediu, em uma mensagem de áudio divulgada pela televisão catariana "Al Jazira", que seus compatriotas derrubassem o atual Executivo iraquiano e instaurasse um novo que possa enfrentar os desafios do país.
O Baath foi proibido pelo administrador provisório do Iraque, o americano Paul Bremer, pouco depois da derrubada de Saddam.
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